The privilege of calling Ponte de Sor a home

After travelling through some of Asia’s largest cities, Ponte de Sor, a city in northern Alentejo, seems positively tiny. It’s not Portugal’s smallest city, but with a population of 11,000 it’s not far off.  Ponte de Sor grew around a bridge (‘ponte’) that crosses the river Sor, so its name doesn’t leave much to the imagination.

Tiny cities are great. Old folks sit on the sidewalk watching young folks go by. You can stand on the middle of the road taking pictures. Nobody steals your mail.

The best thing though is that I can call Ponte de Sor a home. It’s where Jules’ parents live, so we get to go there a lot. To hang out with family. To run with Fadista, the worst guard dog ever. To go around town taking pictures.

I grew up in a city, up in an apartment, so having a ground floor perspective on things is pretty special. So is opening up the front door and stepping into the woods.

There’s much to see in this tiny city, so we’ll be coming back. In the meantime, I’ll leave you with a Portuguese version of this post: our foreign readers can start practicing for their next visit, and our domestic ones can stop pestering us about writing a blog in English:

O privilégio de poder chamar casa a Ponte de Sor

Depois de andar por algumas das maiores cidades da Ásia, a cidade de Ponte de Sor, no norte alentejano, parece minúscula. Não é a cidade portuguesa mais pequena mas, com uma população em torno dos 11.000, anda lá perto. Ponte de Sor cresceu à volta de uma ponte que atravessa o rio Sor, portanto a origem do nome não deixa muito à imaginação.

Não há melhor que cidades pequenas. Os velhotes sentam-se no passeio a ver passar os mais novos. Pode-se estar no meio da estrada a tirar fotografias. Ninguém rouba o correio.

Mas o melhor de tudo é poder chamar casa a Ponte de Sor. É onde os pais da Jules vivem, por isso vamos lá muito. Para estar com a família. Para correr com o Fadista, o pior cão de guarda de sempre. Para deambular e tirar fotos.

Cresci no meio da cidade, empoleirado num apartamento, pelo que uma perspectiva rasteira é uma coisa especial. E abrir a porta de casa e dar de caras com a floresta também.

Há muito que ver nesta cidade pequena, pelo que este blog vai seguramente lá voltar.

 

Verne*

14 thoughts on “The privilege of calling Ponte de Sor a home

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